domingo, 30 de outubro de 2011

O Vaticano e os manifestantes do Ocupe Wall Street

Veremos em breve um senhor de aparência distinta usando uma túnica longa e branca andando entre os manifestantes do Ocupe Wall Street no Zuccotti Park, em Nova York? O papa Bento XVI está se juntando ao movimento de protesto? Bem, sim e não. Sim, o Conselho Pontifical para Justiça e Paz do Vaticano fez uma crítica forte e profunda do sistema financeiro global nessa semana, que traçou um paralelo das diversas críticas ao capitalismo desregulado que ecoam pela Lower Manhattan e por cidades ao redor do mundo. O relatório falava da “primazia de ultrapassar o ter”, da “ética acima da economia”, e de abraçar a lógica do bem estar global. Em uma batida contra aqueles que se opõem à regulação econômica governamental, o conselho enfatizou “a primazia da política – que é responsável pelo bem comum – acima da economia e finança”, comentou favoravelmente sobre uma taxa de transações financeiras, e apoiou uma autoridade internacional para fiscalizar a economia global.

Mas membros do Vaticano foram cuidadosos ao dizer que seu relatório não era uma resposta direta às demonstrações ao redor do mundo. “É uma coincidência que compartilhemos algumas visões”, disse o bispo Mario Toso, secretário do conselho. “Mas, no final das contas, essas são propostas que são baseadas na razoabilidade.”

De fato, e isso pode ser um elogio maior aos ativistas dos “99%”. Esse documento recebeu mais atenção do que poderia ter tido porque as demonstrações aumentaram as preocupações aos problemas a que elas se referem.

Mais adiante, a intervenção do escritório do Vaticano mostra que aqueles protestando contra um sistema financeiro quebrado e injusto não estão expressando um ponto de vista marginal. Eles estão ressaltando preocupações compartilhadas por muitos, incluindo a Igreja Católica Apostólica Romana. Desafiar o que os mercados globais têm moldado não é extremo. Reflete, como disse Toso, razoabilidade. [...]

A encíclica de 2009 do papa Bento XVI, Caritas in Veritae, falava explicitamente da necessidade de uma autoridade política global para manter um olhar sobre uma cada vez mais integrada economia mundial. [...]

(Opinião e Notícia)

Nota: A despeito da pregação (correta) contra as injustiças sociais e da denúncia (justa) das desigualdades entre os seres humanos, o que o Vaticano está fazendo é, também, aproveitar uma onda, um momento histórico/político para ampliar seu poder de influência. A mesma “tática” foi adotada no que diz respeito à bandeira ECOmênica, em que o papa tirou da manga o domingo como uma das “soluções” para o problema do aquecimento global (e não nos esqueçamos de que a guarda do domingo é uma das marcas do pretenso poder de Roma). Se veremos o homem distinto de túnica branca entre as massas de manifestantes em Nova York? Não sei. Mas que o veremos cada vez mais inserido no cenário político-religioso mundial, isso, sim, veremos.[MB]
 
Fonte: Criacionismo
 
 

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

http://ddpdownloads.blogspot.com/2009/05/guerra-dos-sentidos.html

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Menos audiência e contas no vermelho

Coisas impressionantes acontecem no Vaticano. Nos primeiros doze meses de pontificado de Bento XVI ele teve mais audiência em seus pronunciamentos que João Paulo II, algo inesperado. Mobilizou 4,0 milhões de ouvintes. Mas no ano de 2008 a audiência caiu para 2,5 milhões. Além disso, as contas do Vaticano fecharam no vermelho, assim como em 2007. “Da administração vaticana, já foi dado o recado para 2009: corte de gastos e reduções nas remessas de ajuda pecuniária a cardealatos e bispados. O recado foi dado pela voz do cardeal Paul Cordes: - "Sentimos a crise. Não temos recursos como antes. Agora, devemos refletir mais como buscar fundos".”
Fonte: http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI3419621-EI6580,00-Papa+perde+audiencia+e+Vaticano+fecha+no+vermelho.html01-01-2009

Ingrid Betancourt diz que mundo necessita de líderes espirituais

“O mundo necessita de líderes espirituais para conseguir instaurar a paz. É o que afirma a ex- candidata presidencial franco-colombiana Ingrid Betancourt, diante das câmeras de H2Onews, em entrevista realizada durante o Encontro Inter-religioso de Santo Egídio na ilha mediterrânea de Chipre em novembro.”
Para a paz, diz ela, as pessoas necessitam de mudança de mentalidade e de governo. Há a necessidade da mudança nas prioridades de cada um de nós, e isso exige líderes caminhando em crescimento espiritual. Quando no mundo teremos esses líderes que representam esse povo espiritual, a paz vai chegar muito facilmente".”
Mais um apoio para a união das igrejas pela salvação da família cristã, evidentemente, santificando o domingo, não o sábado bíblico. Assim é que a Igreja Católica, junto com todas as igrejas no mundo, pretende reformar a consciência de todas as pessoas do mundo, pela paz e segurança.
Fonte: http://www.portalcatolico.org.br/main.asp?View=%7BDBEC6604%2D4789%2D441D%2DB4E5%2DE462BB0DBE81%7D&Team=&params=itemID=%7B65D5156F%2D74BC%2D411F%2DA8EA%2DAD47CB0AECE3%7D%3B&UIPartUID=%7B2C3D990E%2D0856%2D4F0C%2DAFA8%2D9B4E9C30CA74%7D
Em: 01-01-2009

Desastres naturais em 2008

Que tragédia! Morreram mais de 220 mil pessoas por desastres naturais no mundo em 2008. São dados da companhia de resseguros Munich Re, uma das maiores do mundo. Segundo ela, esse ano foi um dos mais devastadores de todos os tempos. Há uma tendência de que cada ano seja pior que os anteriores. “As perdas financeiras totalizaram cerca de US$ 200 bilhões (aproximadamente R$ 475 bilhões) em 2008, bem acima dos US$ 82 bilhões (R$ 195 bilhões) registrados em 2007.” As mudanças climáticas estão tornando a situação cada vez mais grave.
“Segundo a empresa, o número de desastres naturais ocorridos em 2008 foi menor do que o de 2007, caindo de 960 para 750. No entanto, os eventos registrados em 2008 tiveram um impacto mais devastador, tanto em perdas humanas como materiais, diz o grupo. A Munich Re afirma que as perdas provocadas por catástrofes relacionadas ao clima fizeram de 2008 o terceiro ano mais caro, superado apenas por 2005 (quando o furacão Katrina atingiu Nova Orleans) e 1995 (ano do terremoto em Kobe, no Japão). O ano com o maior volume de perdas financeiras, segundo a resseguradora, foi 2005, com US$ 232 bilhões (R$ 552 bilhões).”
Informam ainda que as mudanças climáticas estão contribuindo para extremos de temperatura cada vez mais acentuadas, bem como eventos cada vez mais catastróficos.
Profecias que se cumprem, tempos difíceis, natureza em convulsão. Cada vez mais.
Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/12/081229_desastresnaturais_ac.shtml2008-12-30